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LTA-RH 25 Anos - Dedicação e qualidade para uma história de sucesso

LTA-RH 25 Anos - Dedicação e qualidade para uma história de sucesso

Tecnologia / Quase metade das empresas brasileiras fecha antes de completar quatro anos de vida: a cada cem, 48 encerram suas atividades ao longo do terceiro ano ou antes, segundo estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) feito junto a 464.700 companhias. 

Em um cenário como este, permeado por desafios como constantes mudanças macroeconômicas, incertezas políticas, crises de diversas naturezas, atribulações legais e tributárias, entre tantos outros, chegar aos 25 anos é mais do que fazer história: é alcançar um marco de solidez raro e valioso.

É este marco que a LTA-RH, empresa especializada em soluções de tecnologia para o segmento de Governo, comemora em 2016. Uma conquista cujo desenrolar se confunde com a história de seu fundador, Luiz Carlos Barcelos, forjada no trabalho intenso, contínuo, na luta engajada e, principalmente, na construção de laços fortes e credibilidade no mercado.

"Assim como em um casamento, os primeiros anos de uma empresa são de novidade, descoberta, conhecimento. É preciso planejamento forte, controle e gestão para passar deste período para o depois, onde impõem-se as rotinas e começam as críticas, os percalços. Quem sobrevive a esta fase se torna mais forte", argumenta Barcelos. "E para alcançar esta sobrevivência, é preciso aprender constantemente. Entender que a empresa não é sua: é da sociedade, é dos fornecedores, clientes e colaboradores. Compreender que é preciso planejar cada ação e que é fundamental gerar reservas financeiras, mas também valores de mercado, bem como estar preparado para as crises", completa. 

E de aprendizado, luta e dedicação, Barcelos entende. Hoje presidente da LTA-RH, ele iniciou a carreira formal aos 13 anos de idade, em 1964, na Remington Rand do Brasil. 

Na Remington veio o primeiro contato com o universo da tecnologia, por meio da venda de máquinas de escrever, máquinas de contabilidade e representação no Brasil dos produtos da Univac Computadores, um dos primeiros fabricantes de computadores do mundo. Barcelos entrou como Office Boy e, posteriormente, assumiu cargos até chegar a Secretário do Departamento de Vendas. Ficou na empresa por 5 anos, onde aprendeu a trabalhar com licitações e demais processos de venda para o setor de Governo.

O próximo emprego foi na Olivetti do Brasil, companhia especializada na fabricação e venda de máquinas de escrever e equipamentos para escritório, onde ficou por 9 anos e teve contato com processadoras eletrônicas, passando a conhecer mais a fundo a área computacional. Isto porque, na época, um vendedor deste setor fazia muito mais do que vender, atuando até mesmo em programação para desenvolver o sistema de acordo com necessidade de cada cliente. 

Nos anos 80, com a chegada da Política Nacional de Informática (PNI), que estabelecia reserva de mercado para empresas de capital nacional, impedindo a importação de equipamentos desta área, as empresas do setor começaram a se retirar. Entre elas, a Olivetti do Brasil. Por outro lado, empresários locais começaram a investir na fabricação de produtos por aqui, o que deu início a companhias dentre outras, como Monydata, Microtec, Prológica e à localização do Grupo Sharp/SID – esta última, vindo a tornar-se o novo emprego de Barcelos.

Da Sharp/SID, o executivo saiu para assumir a gerência da Regional Sul da Prológica, cargo em que ficou por 10 anos quando, então, o presidente Fernando Collor de Melo reabriu o mercado à importação de produtos de informática, o que fez com que as fabricantes nacionais perecessem ante a concorrência dos gigantes que chegavam, como Acer, Compaq, HP e IBM.

Foi então que começou a ser idealizada a LTA-RH, voltada a representar marcas internacionais e prestar serviços. Com base em sua experiência, Barcelos propôs à Prológica abrir mão de sua carreira funcional e trabalhar de maneira autônoma. "Aprendi a trabalhar por mim, vendendo e ganhando meu dinheiro", conta ele. 

Neste modelo, em 03 de março de 1991, Barcelos e seus filhos Alexander Costa Barcelos e Fabiano Costa Barcelos, Diretores Comercial e Operacional, respectivamente, abriram a LTA-RH, então revendedora exclusiva da Prológica na área de produtos, mas fornecedora multimarcas em serviços de assistência técnica.

O negócio prosperou, chegando a ter 20 mil equipamentos em contratos de manutenção, mesmo diante de um índice de quebra altíssimo, na casa dos 17%, comparativamente aos produtos atualmente disponíveis no mercado.

A exclusividade com o fabricante manteve-se até 1995, quando a Prológica saiu do mercado. Com isso, neste mesmo ano, a LTA-RH passou a trabalhar com a Acer nas linhas de desktops, workstations e servidores. Em 2001, foi a vez da Acer do Brasil encerrar sua operação fabril no Brasil, e iniciou-se a parceria com a Dell, mantida como único fabricante do portfólio até 2011, quando passaram a entrar novos parceiros, como VMware e Symantec, que mais tarde ganharam a companhia de marcas como Citrix, Hitachi, Nutanix, Oracle e Veritas no porfólio da LTA-RH.

"Trabalhamos com diversos fabricantes, mas nenhum com produtos conflitantes. É com fidelidade que se ganha a credibilidade do parceiro e do mercado. Aprendi e passei a meus filhos a importância da especialização: trabalhar com um fabricante único em cada área de atuação nos faz aprofundar o conhecimento das soluções, nos dando condições de prestar um serviço excelente", destaca Barcelos. 

Ao longo de toda esta história, houve a expansão geográfica da LTA-RH: em 2002, por conta da parceria com a Dell, a empresa abriu novas frentes de atuação em nível nacional, até que em 2004 estruturou sua primeira filial em São Paulo. Depois, vieram as regionais de Brasília, Rio de Janeiro e Minas Gerais, estrutura que a empresa mantém até hoje e pela qual atende a clientes da administração pública federal, estadual e municipal de todo o território nacional. 

Uma trajetória marcada pelo sucesso. No cerne do negócio, a arte de bem vender, que vai, segundo Barcelos, muito além do front comercial. 

"Vender é algo mágico, é a coisa mais linda que existe no mundo. É a arte da abordagem, que compreende a capacidade de entrar no cliente, conhecê-lo, saber tudo a seu respeito. Entender seu ramo de atividade, os desafios que enfrenta, as dificuldades que tem. Assim, mais do que vender um produto, é possível oferecer uma solução, criando interesse e necessidade", finaliza Barcelos.

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